João ficou atrás. Marília e Raquel viraram alvo.
Em 2020, o ataque saiu do guia de João e reapareceu num panfleto sem assinatura. Em 2026, perfis pró-João usaram feminicídio, vídeos falsos, números inventados e acusações sem documento contra Raquel. Os processos chegam a servidores da Prefeitura, ao secretário-geral do PSB e a páginas citadas nas planilhas de publicidade da gestão João Campos.
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