A engrenagem pró-João: 12 dos 18 nomes citados por ataques a Raquel chegam ao mesmo advogado
Celso Rocha recebe da Câmara no gabinete de um vereador do PSB e integra uma banca com seis vínculos contratuais públicos. Em outra trilha, blogs presentes no ambiente eleitoral aparecem nas planilhas de publicidade da gestão João Campos.
Agosto de 2026. Campanha para governador nas ruas.
De um lado, Raquel Lyra tenta a reeleição. Do outro, o ex-prefeito do Recife João Campos disputa o Governo de Pernambuco pelo PSB.
Foi nesse ambiente que o PSD levou uma notícia-crime ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco. Dentro dela, colocou 18 pessoas e contas.
É disso que estamos falando quando aparece o número 18.
São pessoas e contas que o PSD associou a perfis usados para atacar Raquel e favorecer João. Essa é a acusação do partido, não uma conclusão da Justiça. O próprio TRE-PE advertiu que poderia haver identidade usada indevidamente ou gente identificada de forma errada.
A notícia-crime fez uma acusação grave. Mas deixou uma pergunta sem resposta: aqueles nomes agiam separados ou havia alguma coisa ligando parte deles?
Então fomos aos atos publicados pelo tribunal. Um por um.
Foi aí que o mesmo nome começou a se repetir.
O que esta investigação mostra
Celso Rocha Barbosa Souza, OAB/PE 49.192, aparece em atos que alcançam pelo menos 12 dos 18 nomes.
Depois fomos procurar Celso fora dos processos. Encontramos um cargo de 40 horas na Câmara do Recife, dentro do gabinete de um vereador do PSB. Encontramos também uma banca de advocacia, um sócio com passagem pela gestão João Campos e seis vínculos contratuais com órgãos públicos.
Quatro desses seis vínculos começaram sob chefias do PSB.
E essa foi apenas a primeira trilha.
Na segunda, a do dinheiro da publicidade, as planilhas da gestão João Campos trazem blogs e perfis que também aparecem no ambiente político investigado.
As duas trilhas chegam ao mesmo campo político. É essa concentração ao redor de João e do PSB que ninguém explicou até agora.
O nome que começou a se repetir
A conta dos 12
Em nove casos, Celso aparece de forma individualizada ao lado de Pedro Henrique Monteiro Leitão, Rosineide Maria da Silva, Wladimir Quirino Fernandes Rodrigues do Nascimento, Jefferson Barbosa de Oliveira, Marcelo Augusto Serra Diniz, Warleson Rodrigues Agra, João Marques Mendes Júnior, Pedro Renan de Oliveira Luna e Mateus Florêncio Seixas.
Outros dois nomes, Francisco Pereira Gonçalves Filho e Bruno Cavalcanti Ribeiro, aparecem numa representação agrupada.
O 12º é Eduardo da Silva Souza. Celso surge como advogado do perfil @eduardoninoof, e a decisão identifica Eduardo como responsável pela conta.
Os vínculos processuais não têm todos a mesma forma. Há atuações individualizadas, uma representação agrupada, procurações que precisaram de correção e o caso de Rosineide, afastada da responsabilidade pelo perfil João Campos Platinado.
Por isso, a formulação exata é esta: Celso aparece em atos que alcançam pelo menos 12 dos 18 nomes; os documentos não demonstram uma contratação conjunta.
📄 Confira os atos do TRE-PE, nome por nome
Caderno público de 45 páginas com os trechos dos Diários da Justiça Eletrônicos usados para localizar Celso Rocha nos atos envolvendo os 12 nomes. Inclui páginas de origem e SHA-256.
Nos outros seis, essa convergência não se repetiu.
Da Justiça para a Câmara do Recife
A busca seguinte foi na folha de pagamento da Câmara.
Celso estava lá.
A folha de julho da Câmara do Recife registra Celso como assessor parlamentar especial no gabinete de Chico Kiko, vereador do PSB. Jornada: 40 horas. Total de vantagens no mês: R$ 14.765,97. Depois dos descontos, R$ 11.774,17 líquidos.
📄 Confira a linha da folha de julho
Reprodução fiel da linha oficial com matrícula, cargo, função, lotação, carga horária, vantagens, descontos e valor líquido. O CPF permanece mascarado.
Antes de Chico Kiko assumir o mandato, Celso já ocupava o mesmo cargo no gabinete de Eduardo Mota, também do PSB.
Mota se licenciou para comandar a Secretaria de Esportes da Prefeitura do Recife. Chico tomou posse. Celso permaneceu na estrutura.
Mudou o vereador. O partido continuou o mesmo.
📄 Leia os atos da Câmara do Recife
Nomeação no gabinete de Eduardo Mota, resolução funcional de 2026 e lotação posterior no gabinete de Chico Kiko, com páginas e hashes dos arquivos oficiais.
Celso ocupa, no papel, um cargo público de 40 horas semanais e aparece, ao mesmo tempo, nos processos eleitorais. Os registros não mostram atuação durante o expediente nem uso da estrutura da Câmara. Colocam uma pergunta objetiva: como a Casa controla essa jornada — e quem contratou e pagou cada atuação?
A porta que Garanhuns abriu
O caminho saiu do Recife quando encontramos um contrato da Saúde de Garanhuns.
O contrato 016/2026 foi firmado com a Rocha & Pinto Advogados Associados para consultoria jurídica preventiva e apoio técnico à saúde. Valor estimado: R$ 180 mil, divididos em 12 parcelas de R$ 15 mil.
No retrato oficial preservado em 29 de agosto, havia R$ 30 mil empenhados, R$ 26,5 mil liquidados e R$ 11,5 mil pagos.
Empenhar é reservar o dinheiro. Liquidar é reconhecer que o serviço foi prestado. Pagar é a saída do caixa. Não são três pagamentos.
Garanhuns continua governada por Sivaldo Albino, do PSB, prefeito quando o contrato foi assinado e ainda no cargo em 2026.
Garanhuns não abriu os outros contratos. Abriu a investigação.
Foi esse contrato que nos entregou o CNPJ 44.263.894/0001-88 da Rocha & Pinto. Com ele, encontramos outros cinco vínculos contratuais com órgãos públicos.
📄 Leia o contrato e o Termo de Referência de Garanhuns
Cópia parcial preservada do contrato 016/2026 e Termo de Referência completo, com indicação expressa das páginas disponíveis e dos hashes de origem.
Celso é um dos sócios-administradores da Rocha & Pinto.
O outro é Américo Oliveira Pinto Neto.
Américo não assina a defesa dos 12 nos atos examinados. Sua ligação é outra: ele é o segundo sócio da mesma banca e comandou a Unidade de Assuntos Jurídicos da Saúde do Recife entre março de 2021 e fevereiro de 2023, já na gestão João Campos.
📄 Confira os atos de Américo Pinto na Saúde do Recife
Compilação dos atos de nomeação, atribuições ligadas a transparência, licitações e contratos, e exoneração na Secretaria de Saúde do Recife.
Celso liga os processos à banca. Américo liga a mesma banca à gestão de João. O CNPJ liga os dois a uma carteira pública maior.
Seis vínculos com órgãos públicos
A maior cifra apareceu na Prefeitura de Abreu e Lima.
O contrato de 2022 previa honorários de até R$ 1.742.739,39 para recuperar receitas do município. Era um contrato de resultado: a banca receberia uma parte do que conseguisse recuperar. Portanto, R$ 1,74 milhão era o teto possível, não dinheiro entregue.
As linhas reproduzidas mostram R$ 122.859,16 pagos em 2023 e 2024.
Há uma data importante: Flávio Gadelha só se filiou ao PSB em março de 2024. O contrato nasceu antes.
Por isso, esse contrato é um dos dois que ficaram fora da conta dos vínculos iniciados sob chefias do PSB.
Na Câmara de Abreu e Lima, que continua presidida por Senna da Saúde, do PSB, a banca assinou um contrato de R$ 120 mil. O conjunto preservado registra R$ 90 mil pagos.
Na Câmara de São José do Egito, que continua presidida por Romerinho Dantas, eleito pelo PSB, o contrato 10/2025 valia R$ 66 mil. Desse contrato, foram pagos R$ 60 mil em 2025 e R$ 6 mil em janeiro de 2026. Outros R$ 36 mil aparecem pagos numa nova sequência de 2026, cujo instrumento ainda não foi reproduzido.
Em Sertânia, a contratação começou e foi prorrogada no governo de Ângelo Ferreira, do PSB. O valor e os pagamentos da banca ficaram sem documentação reproduzida.
Em Feira Nova, o teto era de R$ 250.512,23. O contrato é do período de Danilson Gonzaga, do PSD. Nenhum pagamento foi reproduzido.
Em 2026, quatro dos seis órgãos estão sob o comando de nomes eleitos pelo PSB: Garanhuns, com Sivaldo Albino; a Prefeitura de Abreu e Lima, com Flávio Gadelha; a Câmara de Abreu e Lima, com Senna da Saúde; e a Câmara de São José do Egito, com Romerinho Dantas. Sertânia mudou para Pollyanna Abreu, do PSDB. Feira Nova trocou de prefeito, mas continua com o PSD, agora sob Joel Gonzaga.
O recorte de origem dos contratos é outro: quatro dos seis vínculos começaram quando os órgãos eram chefiados por políticos do PSB. Dois, não.
Os cinco instrumentos que informam valor chegam a R$ 2.359.251,62. Essa soma inclui parcelas fixas e tetos condicionados ao resultado do escritório. Não é dinheiro pago.
O mínimo efetivamente pago no retrato oficial preservado é R$ 326.359,16. Sertânia e Feira Nova ficaram fora dessa conta porque não há pagamento reproduzido para somar.
📄 Veja a nota de auditoria sobre a divergência do TCE-PE
Registro transparente dos valores preservados em 29 de agosto, do hash do JSON-fonte e da divergência encontrada na reconsulta de 31 de agosto.
Esses valores vêm do retrato oficial preservado em 29 de agosto. Uma reconsulta dois dias depois devolveu resultado divergente, registrado na nota de auditoria abaixo.
Os seis contratos públicos não pagam as defesas eleitorais nem tratam de perfis ou publicações. A ponte documentada é Celso: ele aparece nos processos, recebe da Câmara no gabinete de um vereador do PSB e é sócio-administrador da banca que firmou os vínculos.
Quando o dinheiro da publicidade mudou de centro
Enquanto a trilha jurídica passava por processos, gabinetes e contratos, outra trilha mudava de endereço.
Era o dinheiro da publicidade.
O Recife Ordinário oferece a sequência mais completa.
Em 5 de dezembro de 2023, o Governo de Pernambuco pagou diretamente R$ 252.350 à Recife Ordinário Ltda., CNPJ 48.152.592/0001-93. A ordem bancária 2023OB008025 aparece como paga.
Nos conjuntos estaduais consultados de 2024 e 2025, o mesmo nome e CNPJ não reaparecem em pagamento direto.
Nos dois anos seguintes, o nome da empresa passou a aparecer nas planilhas de publicidade da Prefeitura do Recife.
Em 2024, uma planilha da Secretaria de Turismo do Recife registrou R$ 306 mil para o veículo na campanha do Carnaval, por meio da BCO Propaganda.
Em 2025, a Secretaria de Comunicação colocou o Recife Ordinário em mais duas linhas, agora por meio da RXZ: R$ 192.375 para o Carnaval e R$ 50.625 para o Verão Recife. Juntas, R$ 243 mil.
As mesmas despesas se repetem em relatórios mensais posteriores. Contamos cada uma apenas uma vez.
Em valor nominal, as linhas municipais de 2024 e 2025 chegam a R$ 549 mil. É mais que o dobro dos R$ 252.350 pagos diretamente pelo Estado em 2023.
📄 Confira a cronologia documental do Recife Ordinário
Caderno com a ordem bancária estadual de 2023, a liquidação municipal de 2024 e as duas linhas municipais de 2025, mantendo separadas as fases contábeis e a duplicidade dos relatórios mensais.
Os documentos estão em etapas diferentes. O valor estadual é uma ordem bancária paga. Em 2024, o Recife registra uma liquidação. Em 2025, aparecem empenho e notas fiscais, sem a ordem bancária final para o veículo. Portanto, os R$ 549 mil mostram o tamanho nominal das linhas municipais, não uma transferência integral já comprovada para a conta da empresa.
Não era um blog sozinho
A busca linha por linha mostrou que o Recife Ordinário era apenas a maior cifra de uma carteira bem mais ampla.
O Brega Bregoso aparece literalmente em seis linhas, entre outubro de 2025 e abril de 2026. Total: R$ 164.350. Outros R$ 189.800 surgem sob o nome abreviado A BREGOSO e o CNPJ 50.001.261, mas ficaram fora da conta porque os documentos ainda não fecham essas duas identificações com o perfil.
O Blog O Poder, ligado nas planilhas à Global Z, aparece em sete linhas com valor entre abril de 2025 e abril de 2026. Total: R$ 169.670.
O Blog Conexão PE aparece em 11 linhas, de dezembro de 2023 a abril de 2026. As despesas brutas somam R$ 47.723,78. Nos documentos antigos que separam a parte da agência, o líquido do veículo é menor. O número publicado aqui é o que está escrito como despesa publicitária bruta.
O Blog Tá Sabendo PE, identificado no histórico oficial como Blog Vitinho Caruaru (Tá Sabendo PE), aparece em sete linhas com valor. Total: R$ 32.141,66.
Marcelo Diniz é o ponto em que as duas trilhas desta reportagem se encontram. Ele está entre os 12 nomes alcançados pelos atos com Celso. A MD Inteligência Digital, da qual é sócio, aparece em cinco linhas com valor entre outubro de 2025 e abril de 2026. Total: R$ 16.131.
O Pernambuco Posting declarou ter participado da equipe #VolteiRecife, campanha do Carnaval executada com a Ampla, e agradeceu publicamente à Prefeitura e à agência. Aqui, o documento profissional existe, mas a cifra individual não: nenhum PI, nota fiscal, empenho ou liquidação com valor para o perfil foi localizado.
Recife Ordinário, Brega Bregoso, O Poder, Conexão PE, Tá Sabendo PE e Marcelo Diniz chegam juntos a R$ 979.016,44 em linhas nominais oficiais. Não chamamos essa soma de dinheiro depositado na conta dos seis, porque as etapas contábeis variam. Chamamos pelo nome exato: quase R$ 1 milhão em despesas e linhas de publicidade municipal associadas nominalmente a esses veículos e empresas.
Os nomes não ocupam todos o mesmo lugar nos processos — e a força da investigação está justamente em não forçar peças diferentes dentro da mesma caixa. Marcelo aparece entre os 18. Recife Ordinário, Brega Bregoso e Pernambuco Posting aparecem juntos no bloco de publicações de 2026. O Poder, Conexão PE e Tá Sabendo PE mostram que a carteira de mídia digital da Prefeitura era ainda maior.
Em agosto de 2026, já na eleição para governador, Recife Ordinário, Brega Bregoso e Pernambuco Posting participam de um bloco de publicações críticas a Raquel e favoráveis a João no enquadramento político.
Uma decisão eleitoral mandou retirar um dos conteúdos e determinou que a Meta fornecesse dados para identificar os responsáveis pelos três perfis.
Era 2026. As linhas de publicidade já estavam na Prefeitura do Recife. E três dos perfis presentes nessa carteira ou no seu entorno profissional apareciam no mesmo bloco político: contra Raquel e a favor de João.
O que fica
Os caminhos documentados não passam longe de João Campos.
João é o beneficiário político do conteúdo favorável identificado em 2026. Seu partido aparece nos dois gabinetes em que Celso trabalhou. O sócio de Celso passou pela Saúde do Recife durante a gestão de João. Quatro dos seis vínculos da banca com órgãos públicos nasceram sob chefias do PSB. E a Prefeitura, durante a gestão de João, incluiu blogs e perfis desse ambiente em suas planilhas de publicidade.
Essa é a engrenagem que o papel permite enxergar: conteúdo que favorece o candidato; atuações jurídicas concentradas num assessor de gabinete do partido; uma banca cujo sócio passou pela gestão João Campos e que acumulou contratos com órgãos públicos; e linhas de publicidade municipal destinadas a vários nomes do mesmo ambiente digital.
É uma concentração que exige respostas.
Faltam respostas objetivas. Quem levou pelo menos 12 dos 18 nomes a Celso? Quem pagou as atuações? A contratação foi conjunta ou cada caso chegou por um caminho? Como a Câmara controla as 40 horas do assessor? Quais documentos comprovam o repasse final de cada linha de mídia?
Em 30 de agosto, foram enviados pedidos de resposta à campanha de João Campos, à Prefeitura do Recife, ao PSB-PE, à Câmara, a Eduardo Mota, à Prefeitura e à Saúde de Garanhuns e à Rocha & Pinto, entre outros destinatários. Nenhuma resposta havia sido incorporada até o fechamento desta versão.
Os veículos citados não receberam pedido individual nesta rodada. Se houver manifestação posterior, ela será publicada com destaque em atualização ou nova reportagem.
Os documentos não entregam uma ordem de João Campos.
Entregam o endereço político para onde as perguntas apontam.
Como apuramos
Começamos pelos atos publicados pelo TRE-PE e refizemos a lista dos 18 nomes. Depois pesquisamos Celso pelo nome completo, por variações e pela OAB 49.192, conferindo em qual processo ele aparecia e de que forma.
Saímos dos processos para os atos de nomeação e para a folha da Câmara. Em seguida, cruzamos o CNPJ da Rocha & Pinto com contratos, empenhos, liquidações e pagamentos públicos. Mantivemos cada etapa separada para não chamar teto de contrato de dinheiro pago.
Na publicidade, voltamos às planilhas da Comunicação, da Administração e do Turismo do Recife. Retiramos as repetições mensais e mantivemos agência, intermediário e veículo em campos diferentes. No Estado, procuramos o nome e o CNPJ do Recife Ordinário nos conjuntos de 2023, 2024 e 2025.
Para reconstruir o bloco de publicações de 2026, usamos a API oficial do Instagram, conteúdos preservados e decisões eleitorais. A API alcançou postagens até agosto de 2025 e depois bloqueou novas consultas por limite; as publicações posteriores foram conferidas no material preservado e nos processos.
Fontes principais
- Diários da Justiça Eletrônicos do TRE-PE, edições 130 a 190 de 2026;
- folha de pagamento e atos de pessoal da Câmara Municipal do Recife;
- Receita Federal e cadastro da Rocha & Pinto Advogados Associados;
- TCE-PE — contratos pelo CNPJ da banca e licitações pelo mesmo CNPJ;
- contratos e extratos oficiais de Garanhuns e das câmaras de Abreu e Lima e São José do Egito; aditivo de Sertânia e prestação de contas de Feira Nova;
- situação das chefias em 2026: Prefeitura de Garanhuns, eleição de Abreu e Lima, presidência da Câmara de Abreu e Lima, Diário Oficial da Câmara de São José do Egito, TSE sobre o mandato em Sertânia e Prefeitura de Feira Nova;
- registros eleitorais e partidários de Sivaldo Albino, Romerinho Dantas, Pollyanna Abreu e Joel Gonzaga;
- Governo de Pernambuco: pagamentos de 2023, 2024 e 2025;
- Prefeitura do Recife: planilhas de despesas com publicidade da Comunicação, Administração e Turismo;
- Diário Oficial do Recife — renúncia de João Campos em 2 de abril de 2026;
- Portal de Dados Abertos do TSE: candidatura e prestação de contas de João Campos em 2026;
- PSB — homologação da candidatura de João Campos ao Governo de Pernambuco;
- publicações e decisões eleitorais citadas no corpo da reportagem.





