O dinheiro do FUNDEB é sagrado: só pode pagar a educação básica. Em Garanhuns, ele pagou outras coisas. O Tribunal de Contas já deu a palavra final em um caso: a Prefeitura teve de recompor R$ 1,77 milhão ao fundo. A Justiça Federal condenou o prefeito Sivaldo Albino (PSB) e a secretária de Educação, Wilza Vitorino, a devolver R$ 302 mil que saíram do fundo para pagar aposentados e pensionistas — condenação mantida em segunda instância em junho de 2026. E uma compra de kits escolares foi julgada irregular, com sobrepreço em 17 dos 19 itens. Esta é a primeira de uma série de cinco reportagens de O Contraditório, toda construída sobre documentos oficiais que o leitor pode baixar ao longo do texto.
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